Tabela FIPE 2026: Descubra o Valor do Seu Carro

O quanto um carro perde de valor varia com o modelo, a rodagem e o estado de conservação, então trabalhamos com um intervalo. A base são os padrões do mercado brasileiro, com perda mais forte no primeiro ano e mais leve nos seguintes. Referência de julho de 2026. Como parâmetro oficial, a Receita Federal adota 20% ao ano. O número exato sai na tabela FIPE oficial.

Preencha e veja a sua faixa

São quatro informações rápidas sobre o seu carro. Nenhuma delas é dado pessoal, então dá para responder sem receio.

O valor pago e o ano dão a base do cálculo. A categoria e a rodagem afinam onde o seu veículo cai dentro da faixa.

Ao tocar no botão, o resultado abre na tela seguinte. Ali você vê a faixa e o caminho para o número oficial.

Um retrato do momento, não uma promessa

A faixa que você recebe reflete o cenário de agora. Ela não garante quanto o carro vai valer daqui a meio ano.

Isso é bom, porque decisão de venda se toma no presente. O que interessa é o preço que dá para conseguir hoje.

Se o plano for para mais tarde, é só voltar e refazer. A simulação leva segundos e acompanha o seu tempo.

O que a simulação não enxerga

Nenhuma conta rápida substitui olhar o carro de perto. Pneu, freio, motor e lataria só um bom exame revela.

Por isso a faixa é um começo, e não a palavra final. Ela te dá a régua, e a vistoria ajusta os detalhes.

Quem une os dois sai na frente. A estimativa orienta o preço, e o estado real do carro fecha a conta.

O tempo é o que mais tira do bolso

Entre tudo que mexe no preço, a idade do carro é o peso mais forte. Cada ano que passa cobra a sua parte do valor.

A perda é puxada nos primeiros anos e depois desacelera. Um carro recém-comprado despenca mais rápido do que um já rodado.

Foi assim que desenhamos o intervalo desta simulação. Ele imita esse ritmo de queda que acontece na vida real.

Categoria e rodagem: os desempates

Dois carros do mesmo ano raramente valem igual. A categoria e o quanto cada um andou fazem o desempate.

Um modelo popular e pouco rodado costuma ir para o teto do intervalo. Já um mais desgastado escorrega para a base.

Por isso pedimos esses dois pontos. Com eles, a estimativa deixa de ser genérica e passa a olhar o seu caso.

A quilometragem é o primeiro filtro

Antes de tudo, o comprador olha quanto o carro rodou. Uma quilometragem baixa para o ano sinaliza cuidado e empurra o valor para cima.

Rodagem alta não é o fim do mundo, mas abre espaço para desconto. O importante é que ela combine com a história do carro.

Por isso a rodagem entra na nossa conta. Ela ajuda a colocar o seu veículo no ponto certo do intervalo.

A cor pesa mais do que parece

Cores neutras como branco, prata e preto vendem mais rápido. Elas agradam a mais gente e seguram melhor o valor.

Cores fora do comum reduzem o time de interessados. Não quer dizer que é ruim, mas costuma pedir mais paciência na venda.

É um detalhe pequeno com efeito real no bolso. Vale ter isso em mente na hora de comprar pensando no futuro.

Guarde os comprovantes de manutenção

Nota fiscal de revisão e de troca de peça valem ouro na venda. Elas provam que o carro foi bem cuidado ao longo do tempo.

Esse histórico dá segurança a quem compra. E segurança costuma render alguns reais a mais no fechamento.

Organize tudo numa pasta antes de anunciar. Chegar com os papéis em ordem fortalece o seu preço.

Prepare o carro antes de mostrar

Um carro limpo e cheiroso vende melhor e fotografa melhor. A primeira impressão pesa muito na cabeça do comprador.

Pequenos reparos, como uma lâmpada ou um risco, se pagam. Eles tiram argumentos de quem vai pedir abatimento.

Capriche nas fotos com boa luz e ângulos honestos. Um anúncio caprichado atrai mais gente e melhores ofertas.

Anote a faixa antes de negociar

Depois de simular, guarde o intervalo que apareceu. Tê-lo à mão muda o tom de qualquer conversa.

Com o número anotado, você não se perde no calor da negociação. Fica fácil comparar a oferta com a sua referência.

Esse cuidado simples dá firmeza na hora de falar de preço. Você negocia com base, e não no impulso.

Vale também anotar a data da simulação. Assim você lembra de refazer se a conversa demorar a acontecer.

O anúncio que atrai comprador

Um bom anúncio começa por informações claras e honestas. Modelo, ano, versão e quilometragem precisam aparecer logo de cara.

Fotos de todos os ângulos passam confiança. Quem esconde detalhe acaba afastando o comprador sério.

Um preço dentro da faixa de mercado acelera o contato. Muito acima espanta, e muito abaixo levanta suspeita.

Por isso a estimativa ajuda a montar o anúncio. Você anuncia com um número que faz sentido para os dois lados.

Por que intervalo e não um valor cravado

Prometer um número exato seria enganar você. O mercado tem variação demais para caber numa cifra só.

O intervalo assume essa realidade com sinceridade. Ele mostra a zona onde o seu carro tende a estar hoje.

Para o número fechado, o caminho é a consulta oficial. A nossa parte é te deixar perto do alvo antes disso.